Arquitetura Italiana no Rio Grande do Sul.
Segundo o sait da Wikipédia boa parte das edificações italainas do período colonial desapareceu sob a onda de progresso da segunda metade do século XX em diante. Atualmente esta herança cultural começa a emergir entre os descendentes dos imigrandes e nas instâncias oficiais, que começam aos poucos a desenvolver vários planos de recuperação e preservação dos exemplares ainda existentes.
De acordo com Posenato (apud, wikipédia) ocorreu durante os anos um processo de evolução dessa arquitetura, que se identificam em diversas fases:
A primeira fase esta marcada pelo caráter temporário das edificações, pois o primeiro plano dos imigrantes era a sobrevivencia, sendo assim a arquitetura recebia uma atenção pequena. no primeiro momento as instalações eram feitos provisóriamente de troncos, tendas de pano ou chopanas. Após seu estabelecimento no lugar, as habitações eram constridas com paredes de pedras bruta ou madeira rachada rusticamente.
Na segunda etapicações começavam a se tornar permanentes, pois asfamilias já conseguiam ter um susiciente. O tamanho das casa aumentou, mas não havia vidros para as janelas e a maioria dos materiais eram feitos de modo artezanal.t
A terceira fase nasceu do florescimento econômico da região, quando as propriedades já proporcionavam um nível de vida bastante confortável para seus habitantes, que passam a empregar a arquitetura como meio de afirmação identitária e cultural. Multiplicam-se os pavimentos das casas, chegando a até quatro níveis, introduzem-se alguns materiais industrializados como vidro e telhas de ferro galvanizado ou barro.
Na fase final o uso de materiais industriais predomina, ocorrendo assim uma rejeição voluntária dos padrões antigos. A fase refletiu a mudança do sistema da economia rural familiar autosuficiente para a diversificação e industrialização, ocorrendo o exôdo rural, que acabou por concentrar a população nos núcles urbanos. Por esse motivo a casa diminuiu de tamanho e deixou de ser simbólo de sucesso familiar e passou a ser um local de moradia.
As casa da zona rural portanto eram constituidas de um porão para atividades produtivas, um parte residencial e um sotão para depósito de grãos, que também servia de dormitório extra. A cozinha era idependente, unida na casa apenas por uma galeria, havia também instalações de apoio, como espaços para lavanderia, despensas, sanitário e forno.
As casas urbanas por sua vez eram reduzidas apenas para residência, que podiam até ser bem elaboradas, mas suas estruturas secundárias eram reduzidas a um minimo, pois não havia a necessidade de estruturas produtivas de apoio.
Assim como a residência estruturava a propriedade unifamiliar, a igreja ou a capela estrurturava toda a comunidade de cada aréa. Era na celebração religiosa que os colonos tinham seu ponto de encontro comunitário mais importante. Em vista dessa importância, as capelas proliferaram a ponto de sua abundância ser condenada pelas autoridades eclesiásticas, mas continuam até nos dias de hoje desempenhando a mesma função agregadora nas zonas rurais. Os primeiros templos foram erguidos em madeira, despojados de todo adorno, salvo um arco ocasional nas aberturas e algum entalhe; mais tarde receberam maior ornamentação.
Nas sedes urbanas, porém, desde cedo surgiu o interesse pela maior ornamentação dos templos, que também tendiam a ser muito maiores.Além disso outras estéticas também regeram a construção destas igrejas, como o neoclássico e o eclético. Componente indispensável do templo era um campanário, cuja evolução formal acompanhou a da igreja, passando da extrema singeleza de dois postes sustentando um pequeno sino, coberto por um telhado de duas águas, para uma maior complexidade e riqueza decorativa em torres imponentes de pedra ou tijolo.
REFERÊNCIA:
Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_colonial_italiana_no_Rio_Grande_do_Sul Acessado: 6 de junho de 2012.
Nenhum comentário:
Postar um comentário