segunda-feira, 9 de julho de 2012


Influência dos imigrantes

Por um vasto período de tempo a população brasileira era, em sua maior parte, composta por negros e mestiços. Mas com o fim da mão de obra escrava entre os séculos XIX e XX, a imigração europeia para o Brasil foi incentivada tanto para o povoamento territorial de regiões ainda nativas e alvo da cobiça dos países vizinhos, quanto para o trabalho em regime de colonato (semiassalariados). Apesar de o Brasil ser uma colônia portuguesa, quem chegou em maior número foram os italianos. Do sul de Minas Gerais até o Rio Grande do Sul, a população italiana foi se concentrando, principalmente em São Paulo.
Em relação à quantidade de imigrantes, logo atrás dos italianos vieram os portugueses e em seguida os alemães, que chegaram em um fluxo contínuo desde 1824. Os últimos se fixaram especialmente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil, deixando na população muitas de suas influências germânicas. Apesar de estarem em menor número, também chegaram no Brasil imigrantes da Espanha, do Japão, da Polônia, da Ucrânia, da França, da Holanda, do Líbano, da Coréia do Sul e da Suíça, esses últimos vindos em um movimento organizado contratado pelo governo brasileiro para se concentrarem no Rio de Janeiro.
Ao contrário do que aconteceu com os índios e africanos, os imigrantes europeus não tiveram problemas em manter e difundir a sua cultura no Brasil. Os que viviam em pequenas propriedades familiares mantinham seus costumes, sua língua e criavam no local uma espécie de cópia das terras que deixaram na Europa. Já os imigrantes que se fixaram nas grandes fazendas e centros urbanos rapidamente se integraram na sociedade brasileira, deixando de lado muitos aspectos de sua herança cultural.
O fato das culturas europeias não terem sido reprimidas fez com que, de maneira geral, a imigração da Europa e de outras regiões do mundo influenciasse em todos os aspectos a cultura brasileira. A culinária recebeu notável influência italiana, que transforou pratos típicos como a pizza em comida popular no Brasil. Os franceses deixaram grandes contribuições nas artes, os alemães na arquitetura e os imigrantes eslavos e os japoneses deixaram nas técnicas agrícolas.
Apesar dessa variedade de povos interessados no Brasil, a imigração de pessoas deixou de ser frequente a partir de 1970, quando os atrativos de terra boa para o plantio em fazendas brasileiras deixaram de existir com a forte industrialização e as novas oportunidades deixaram de ser interessantes para os povos. Porém, a entrada de imigrantes no Brasil continuou e englobou países como China, Bolívia, Colômbia, Peru e Paraguai. Com essa mudança e com o fortalecimento do processo emigratório, hoje o Brasil não recebe mais influência imigratória tão impactante como acontecia antigamente. Sua cultura miscigenada já possui suas características próprias, sendo em alguns aspectos, como na música e em festas populares, referência no mundo.

 Fonte: Portal online Wikipédia

segunda-feira, 2 de julho de 2012

História da música italiana


U M   P O U Q U I N H O  D A  H I S T Ó R I A  D A M Ú S I C A  I T A L I A N A
Os mais antigos documentos de composição musical da Europa são os Cantos Gregorianos, assim chamados por causa do pontifíce São Gregório que, no século VI, fixou os esquemas, reordenando os cânones e as regras já delineadas por Santo Ambrósio (Cantos Ambrosianos), arcebispo de Milão do século IV. 
Deve-se, todavia, a Guido d'Arezzo, no século XI, o primeiro exemplo de escrita musical no pentagrama e o nome das sete notas da harmonia: um invenção de alcance fundamental que permitiu transmitir o patrimônio musical através dos séculos. Os compositores italianos que inscreveram o seu nome no firmamento musical internacional são muitos. Entre outros, devem ser lembrados Giovanni Pierluigi da Palestrina, que compôs corais para as missas, das quais a mais célebre é a do Papa Marcello, considerada uma das obras primas da música de todos os tempos, Claudio Monteverdi, Alessandro Scarlatti, Geloramo Frescobaldi, Domenico Scarlatti, Antonio Vivaldi, Giovanni Paisiello, Luigi Boccherini, Niccolò Paganini (insuperável virtuose no violino), Luigi Cherubini. 
Muda o século e a música renova-se. Entre os principais protagonistas desta transformação figuram Ottorino Respighi, Gianfrancesco Malipiero, Alfredo Casella, até chegar à música de vanguarda, que tem em Luigi Dallapiccola e Goffredo Petrassi seus principais expoentes. 
O "Scala" de Milão levou seus espetáculos aos principais teatros de todo o mundo, tais como o Maior Musical Florentino, a Semana Musical de Siena, as Manifestações do Verão Romano, que são algumas das iniciativas que ainda hoje atraem críticos e público de todo o mundo. Na academia de Música Chigiana e em outras importantes instituições italianas, lecionam alguns dos mais célebres maestros internacionais, e deles saem todos os anos, solistas destinados a afirmar-se em nível mundial. Cantores, maestros, solistas italianos estiveram no passado e estão ainda hoje entre os mais famosos do mundo. Os nomes de Enrico Caruso, no passado, e de Luciano Pavarotti, atualmente, são apenas alguns entre os tantos aplaudidos, nos principais teatros do mundo. Ao fazer um panorama da Itália de hoje, não podemos esquecer que este país pequeno deu a maior e mais bela contribuição à Música, esta arte universal. 

Bella Ciao


A resistência contra as tropas de ocupação na Itália, na última fase da segunda guerra mundial, tinha uma série de músicas: Bella Ciao, uma canção tradicional, da qual não se conhece o autor, talvez um médico de Florença, mas nada foi comprovado sobre o assunto. A música  e uma exaltação a rebelião contra os invasores. Depois do final do conflito esta música se difundiu entre todos os movimentos revolucionários do mundo, que adaptaram com outras versões.

História da dança italiana



A Renascença, que começou na Itália em torno de 1300 e espalhou-se por quase toda a Europa, por volta de 1600, foi um período de grande desenvolvimento cultural. Na Itália, os nobres contratavam mestres de dança profissionais para criar espetáculos de corte que incluíam danças chamadas balli ou balletti. Compositores importantes compunham a música e artistas de grande talento, inclusive Leonardo da Vinci, criavam as roupas e efeitos especiais, para os membros da corte poderem oferecer espetáculos uns aos outros.
Catarina de Médicis, membro da família que governava Florença, na Itália, tornou-se rainha da França em 1547,e levou para a corte francesa a dança e os espetáculos italianos. Para um casamento real em 1581, Catarina contratou um grupo de artistas italianos para ir a Paris e criar o magnífico Balé Cômico da Rainha, que pode ser considerado a primeira forma de balé. Ela foi muito imitada em toda a Europa.
Além de produzir espetáculos, os mestres de dança ensinavam danças sociais à nobreza, como por exemplo a saltitante galharda, a solene pavana e a alegre volta. A dança tinha também um significado filosófico durante a Renascença: muitas pessoas acreditavam que a harmonia de movimentos da dança refletia a harmonia no governo, na natureza e no universo.
O Rei Luís XIV da França, que viveu de 1638 a 1715, incentivou muito o desenvolvimento do balé. Seu apoio às artes tornou a França, o centro cultural da Europa. Ele próprio dançou entusiasticamente, durante 20 anos, nos balés da corte. Um dos seus papéis favoritos, o de Apolo, deus grego do sol, deu-lhe o apelido famoso de "Rei Sol".
Em seu reinado, o balé veio a ter seus próprios intérpretes profissionais e a seguir um sistema formal de movimentos. Aos poucos, os bailarinos foram se transferindo da corte para ao teatro. O teatro tinha um arco de proscênio, que emoldurava o palco e os separava do público.

segunda-feira, 25 de junho de 2012


Colonização Italiana no Sul do Brasil

A Imigração Italiana no Sul do Brasil foi muito expressiva na segunda metade do século XIX, os italianos se empregaram em diferentes atividades variáveis de acordo com o estado em que se localizaram.
Colonizadores italianos na cidade de Caxias do Sul (RS)
Os italianos formaram um grupo muito notório de imigrantes no Brasil no decorrer do século XIX, tornaram-se, em alguns momentos, mais numerosos na chegada ao país do que os imigrantes portugueses, tão ligados historicamente a nós. O impulso no Império pela atração de estrangeiros com o intuito de empregá-los nas lavouras de café, em núcleos coloniais ou nas nascentes indústrias foi a tônica da segunda metade do século XIX, quando a sociedade começou a apontar efetivamente para o fim do regime escravista.
A Imigração Italiana no Sul do Brasil é de grande destaque entre todo o fluxo imigratório que marcou o século XIX, naquela região desenvolveram diferentes formas de ocupação do território, empregando-se em diferentes atividades.
A unificação do Estado italiano foi, de forma controversa, o motivo que estimulou a emigração do povo nativo. Com a unificação da Itália, o governo passou a não dar a devida atenção aos trabalhadores do campo, deixando a agricultura em situação desfavorável no país. A má qualidade de vida foi ao encontro das propagandas brasileiras na Europa em favor da emigração para o Brasil, a união dos dois fatores foi decisiva para estimular a movimentação dos indivíduos, o que deixou vilas inteiras da Itália vazias por conta da mudança de seus habitantes para o Novo Mundo.
As primeiras colônias italianas formadas no Sul do Brasil foram na região da serra gaúcha. Como a Alemanha criou mecanismos para impedir a emigração para o Brasil, os italianos acabaram substituindo os alemães na região Sul através das novas colônias. A presença dos italianos no Rio Grande do Sul é muito marcante, em 1875 foram criadas as colônias Conde D’Eu e Dona Isabel que se tornaram as cidades de Bento Gonçalves e Garibaldi hoje. Através destas colônias e as que foram formadas ao redor, os italianos se expandiram pela serra gaúcha e marcaram a presença no Rio Grande do Sul. Em tal estado, a atividade de destaque que desenvolveram foi o cultivo da videira, mas também se plantava milho e trigo.
Em Santa Catarina a presença mais significativa dos italianos foi no sul do estado, muito pela expansão daqueles que vinham do Rio Grande do Sul. Foram criadas várias colônias italianas em torno de cidades como Blumenau e Brusque. Blumenau, à época, era colônia alemã e teve a sua volta a formação das colônias Rio dos Cedros, Rodeio, Ascurra e Apoiúna.
Já no Paraná, os colonos italianos pioneiros estabeleceram-se na região litorânea, em 1878. Entretanto, Curitiba os atraiu e levou grande quantidade de italianos para a cidade e a região em torno. Como o Paraná faz fronteira com São Paulo e este integrava o cinturão que produzia o principal produto de exportação do Brasil na época, os italianos do Paraná foram, em grande parte, empregados nas lavouras de café.
Não só na região Sul do Brasil estiveram os imigrantes italianos, foram uma corrente imigratória de notória expressividade no Brasil. Ocuparam todas as regiões do Brasil, até mesmo locais longínquos como o Amazonas. A influencia da cultura e da presença italiana está expressa, entre outras coisas, na grande quantidade de sobrenomes italianos existentes no Brasil.
http://www.brasilescola.com/brasil/cultura-personalidades-regiao-sul.htm - 
Por Antonio Gasparetto Junior

Curiosidade - Gírias Italianas
O que é gíria? Gíria é um tipo de linguagem empregada em um determinado grupo social onde pode ficar restrita ou pode se tornar pública. Trata-se de um fato social obtido através da língua e, por este motivo, é definido como fenômeno linguístico.

As gírias são próprias de uma determinada época e, muitas vezes, deixam de existir quando caem em desuso. Muitas gírias são tão utilizadas por grande parte da população de um país que acabam sendo incorporadas pelo vocabulário oficial, fazendo parte dos dicionários. Veja alguns exemplos de gírias italianas:

- boccalone: fofoqueiro.
- due parole: de poucas palavras.
- essere nelle nuvole: sonhar acordado, estar nas nuvens.
- fare impazzire qualcuno: deixar alguém louco
- fuori di testa exp: estar fora da cabeça de alguém
- in orario: pontual.
- levataccia: se levantar muito cedo de manhã
- mettersi insieme: começar uma relação séria.
- ora di punta: hora em ponta.
- quattro gatti: quatro gatos.
- roba da matti: louco.
- tappo: uma pessoa muito baixinha.
- uggioso/a: chato/a.
- ultima parola: a última palavra.
- valere la pena: valer a pena.
- volente o nolente: você gosta ou não.
-Schifoso: Nojento


É importante estudar a gíria e seu efeito em relação aos valores sociais, no entanto, sempre estabelecendo os limites e os motivos pelos quais tal fenômeno é usado, pois há muitos que o utilizam desordenadamente.

Imigração Italiana no Brasil
Por Thais Pacievitch
Os primeiros imigrantes italianos chegaram ao Brasil no ano de 1870, o governo do Brasil estava estimulando a imigração européia, especialmente depois de 1850, época em que o tráfico de escravos foi abolido no Brasil e os europeus estavam tomando o lugar da mão-de-obra escrava.
Os italianos chegaram de início à região sul, onde estavam instalando colônias de imigrantes. Em meados do século XIX, o governo brasileiro criou as primeiras colônias. Estas colônias foram fundadas em áreas rurais como a Serra Gaúcha, Garibaldi e Bento Gonçalves (1875). Estes imigrantes eram, na maioria, da região do Vêneto, norte da Itália. Depois de cinco anos, face ao grande número de imigrantes, o governo teve de criar uma nova colônia italiana em Caxias do Sul. Nestas regiões os italianos começaram a cultivar a uva e produzir vinhos. Atualmente, estas áreas de colonização italiana produzem os melhores vinhos do Brasil. Também em 1875, foram fundadas as primeiras colônias catarinenses em Criciúma e Urussanga e, em seguida, as primeiras do Estado do Paraná.
Mesmo tendo sido a região sul que primeiro recebeu os imigrantes italianos, foi a região sudeste que recebeu o maior número de imigrantes oriundos da Itália. Isto se deve ao processo de expansão das fazendas de café, no Estado de São Paulo.
Depois de 1888, quando a escravidão foi abolida, a imigração italiana se converteu em uma grande fonte de mão-de-obra no Brasil. Os italianos começaram a expandir-se por Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. A maioria absoluta teve como destino inicial o campo e o trabalho agrícola. Muitos imigrantes italianos, após trabalhar anos colhendo café, conseguiram juntar dinheiro suficiente para comprar suas próprias terras e tornaram-se fazendeiros, outros partiram para os grandes centros urbanos (como São Paulo), pois as condições de trabalho no campo eram péssimas.
As contínuas notícias de trabalho semi-escravo e condições indignas nas fazendas de café no Brasil fizeram com que os italianos preferissem destinos como a Argentina e os Estados Unidos. A imigração italiana no Brasil continuou até a década de 20, quando o ditador Bento Mussolini, com seu governo nacionalista, começou a controlar a imigração italiana. Com a Segunda Guerra Mundial, a declaração de guerra do Brasil a Itália e a contínua recuperação da economia italiana, a chegada de italianos ao Brasil entrou em decadência.
Dentre as inúmeras contribuições italianas à cultura brasileira podemos citar novas técnicas agrícolas, o uso do “tchau” (ciao) em todo o Brasil, pratos que foram incorporados (pizzas, spagueti e o hábito de comer panetone no natal), novas palavras (paura, polenta, etc.), o enraizamento do catolicismo, incorporando elementos italianos na religião brasileira, etc.

Curiosidades Italianas




1.   Além de Capital, Roma é a cidade mais populosa da Itália, bem como a 3ª da União Européia que mais recebe turistas.
2.   A língua oficial é o italiano, falado por quase toda a população. Existem diversos dialetos regionais como o vêneto, o napolitano e o sardo.
3.   Milão é uma das maiores produtoras de moda de alto luxo. A cidade é sede de grifes como Valentino, Gucci, Versace, Prada, Armani e Dolce & Gabbana. A Semana de Moda de Milão é uma das mais prestigiadas do mundo.
4.   É proibido trânsito de automóveis nos centros históricos de várias cidades. Transita-se somente a pé, de bicicleta ou de motocicletas.
5.   Os ônibus coletivos municipais e os trens interestaduais não têm cobradores, compram-se as passagens em banquinhas antes de subir no ônibus, a qual raramente é conferida.
6.   Os pedágios são cobrados apenas em estradas expressas. Existem sempre estradas públicas alternativas para o mesmo destino.
7.   É possível pegar ônibus noturno, no qual se dorme em Bolonha, e ao acordar se está em Paris.
8.   Em um ponto entre a França e a Itália, há um túnel tão extenso que o motorista permanece aproximadamente trinta minutos dentro da montanha.
9.   Jovens da classe média têm o costume de beber cerveja em praça pública e de tomar banho de sol nos parques, durante o verão.
10. O Panettone surgiu em meados do século XVII na região da Lombardia. Uma das versões mais aceitas é a do padeiro Toni de Milão. Toni preparou um pão com massa doce e leve. Acrescentou frutas e passas e começou a vendê-lo pela cidade. Foi daí que nasceu o Pane Di Toni, que mais tarde passou a chamar-se panettone.
11. Apesar de ter nascido há mais de dois mil anos, a mortadela é considerada o mais legítimo embutido italiano. Preparada com a paleta do porco, a mortadela bolonhesa é considerada a mais autêntica.
12. Os italianos elegeram uma Rainha da Mortadela: a atriz Sophia Loren. A escolha foi realizada em 1971, quando ela estrelou La Mortadella, filme dirigido pelo diretor Mário Monicelli.
13. Criada por imigrantes italianos, a linguiça calabresa não existe na Itália. Ela recebeu o nome da pimenta da Calábria usada na sua composição.
14. O salame é tipicamente italiano. O nome é derivado do verbo italiano salare, que significa salgar.
15. Os italianos comem pizza “dobrada” como sanduíche pelas ruas.
16 – A Itália é o 18º países mais desenvolvido do mundo e o 8º no índice mundial de qualidade de vida.
17 – A palavra Itália vem do latim “Italia”, nome que se originou de uma fonte não latina. É provável que a etimologia do nome “Itália” esteja relacionada ao grego antigo “italos” (touro), do proto-indo-europeu “wet”. O gado sempre teve grande importância para os povos da antiga Península Itálica.
18 – A região da atual Itália foi habitada por diversos povos: celtas, lígures, vênetos, sardos, etruscos, gregos, latinos etc. A mais importante cultura foi a romana (latinos), seguida da estrusca e da grega.
19 – Havia diversas colônias gregas ao Sul da atual Itália. Os gregos chamavam a região de Magna Grécia.
20 – Antes de adotar o Euro como moeda, a Itália usava a Lira italiana.
21 – A segunda cidade italiana mais populosa é Milão. A região metropolina de Milão, no entanto, é a que possui a mais alta densidade populacional. Apesar de Milão ter “apenas” 1,3 milhão de habitantes, a Grande Milão possui 2,7 milhões.
22 – A maior parte da população (diga-se 87%) segue o catolicismo. Outros grupos religiosos: cristão ortodoxos, gregos ortodoxos e protestantes.
23 – A Itália é dividida em 20 regiões: Abruzzo, Basilicata, Calabria, Campânia, Emília-Romanha, Friuli-Venezia, Lácio, Ligúria, Lombardia, Marche, Molise, Piemonte, Apúlia, Sardenha, Vale de Aosta, Toscana, Trentino-Alto Ádige, Úmbria, Sicília e Vêneto.
24 – As regiões mais populosas: Lombardia (região de Milão), Campânia (onde fica Nápoles), Lácio (da Capital Roma), Sicília (Palermo), Emília-Romanha (Bolonha) e Toscana (Florença).
25 – Os santos católicos italianos mais conhecidos no Brasil: São Benedito, Santa Cecília, São Francisco de Assis, São Francisco de Paula, São Genaro (também conhecido como São Januário), Santa Inês, Santa Madre Paulina (que, apesar de ter nascido na Itália, viveu no Brasil), Santa Rita de Cássia, Santa Rosa de Viterbo (que dá nome a uma cidade do estado de São Paulo) e São Tomás de Aquino.
26 – Enquanto o brasileiro tem o costume de comer pão francês no café da manhã, os italianos mantém o de comer brioches. O brioche é uma espécie de pão doce recheado com creme.
27 – Os antigos hebreus, babilônios, fenícios e árabes já comiam alimentos parecidos com a pizza. Em relação à pizza moderna, ela foi criada em 1889 pelo pizzaiolo Raffaele Esposito durante uma visita do Rei Umberto I e da Rainha Margherita a cidade de Nápoles. O nome, portanto, é uma homenagem à rainha. A Margherita possui as cores da bandeira italiana: verde (manjericão), branco (mussarela) e vermelho (tomate).
28 – A legítima mussarella (em italiano, mozzarella) italiana é produzida com leite de búfala.
29 – Os italianos não usam o sobrenome do meio.
30 – O filme O Feitiço de Áquila, de 1985, foi gravado na cidade de Áquila, região de Abruzzo.
31 – A Itália foi o país que ganhou o maior número de “Oscars” de língua estrangeira.
32 – Existe na localidade de Salemi, na ilha da Sicília, um museu sobre a máfia. É o primeiro museu do mundo dedicado ao assunto.
33 – Os meses do ano em italiano são parecidos com os da língua portuguesa: Gennaio, Febbraio, Marzo, Aprile, Maggio, Giugno, Luglio, Agosto, Settembre, Ottobre, Novembre e Dicembre. Os dias da semana são diferentes. Veja: Lunedi, Martedi, Mercoledi, Giovedi, Venerdi, Sabato e Domenica.
34 – A bandeira nacional da Itália é chamada “tricolor”. Distribuidas em faixas verticias de igual dimensão, as cores da bandeira são verde (que significa Liberdade), branco (Igualdade) e vermelho (Fraternidade).
35 – Empresas italianas com fábrica ou representação no Brasil: Giorgio Armani, Fiat (a empresa faz parte do mesmo grupo fabricante da Ferrari e Alfa Romeo), Magnetti Marelli, Alitalia, Barilla, Tim, Bulgari, Ferrero, Campari, Iveco e Pirelli.
36 – O Brasil foi um dos países que mais receberam imigrantes italianos. Calcula-se que mais de 25 milhões de brasileiros tenha origem italiana, a maioria de imigrantes vindos das regiões do Vêneto, Campânia, Calábria, Lombardia e Abruzzo.
37 – As regiões que mais receberam imigrantes italianos foram o Sudeste e o Sul. O Estado com maior porcentagem de descendentes de italianos é São Paulo.
38 – Estados Unidos, Canadá e Argentina tambén receberam grandes levas de imigrantes italianos.
39 – O Cruzeiro e o Palmeiras foram times fundados por italianos. Antigamente, o Palmeiras era conhecido apenas por Palestra Itália.
40 – Personalidades brasileiras de origem italiana: Lélia Abramo, Alessandra Ambrosio, Giovanna Antonelli, Ana Paula Arósio, Morena Baccarin, Adoniran Barbosa, Lina Bo Bardi, Rubens Barrichello, Luigi Barricceli, Nair Bello, Tony Bellotto, Leonardo Boff, Victor Brecheret, Luciano Burti, Adriana Calcanhotto, Mino Carta, Igor Cavalera, Max Cavalera, Rogério Ceni, Renata Ceribelli, Victor Civita, Marina Colasanti, Juliana Didone, Dunga, Miguel Falabella, Débora Falabella, Priscila Fantin, Laura Finocchiaro, Emerson Fittipaldi, Christian Fittipaldi, Isabeli Fontana, Giulia Gam, Emílio Garrastazu Médici, Elio Gaspari, Zélia Gattai, Reynaldo Gianecchini, Bruno Giorgi, Egberto Gismonti, Gianfresco Guarnieri, Bruna Lombardi, Maurren Maggi, Anita Malfatti, Felipe Massa, Amácio Mazzaropi, Júlio Medaglia, Fernando Meligeni, Fernanda Montenegro, Marco Nanini, Emilio Orciollo Neto, Giuseppe Oristanio, Sabrina Parlatore, Luana Piovani, Zizi Possi, Luiza Possi, Orestes Quércia, Carlos Alberto Ricelli, Renato Russo, Rodrigo Santoro, Luiz Felipe Scolari, Deborah Secco, José Serra, Eduardo Suplicy, Mário Zagallo, Kiko Zambianchi e Zetti.
41 – A cor azul da camisa da selecão italiana de futebol é a cor da monarquia – apesar da Itália não ser mais uma monarquia.
42 – A seleção italiana jogou cinco vezes contra o Brasil em Copas do Mundo. Foram duas vitórias, duas derrotas e um empate.
43 – A Itália participou de seis finais de Copa do Mundo, atrás apenas da Alemanha e do Brasil. Ela foi campeã em 1934, 1938, 1982 e 2006.
Curiosidades retiradas do site: http://victortrotamundo.wordpress.com

domingo, 24 de junho de 2012

Festa da Uva em Caxias do Sul

Festa da Uva de 2014, em Caxias do Sul, já tem data marcada Ricardo Wolffenbüttel/
A  Festa da Uva de 2014 já tem data marcada para ocorrer: será de 20 de fevereiro a 9 de março, em Caxias do Sul. Visite o site: http://www.festanacionaldauva.com.br

7ª FESTA DA POLENTA E DO VINHO MÁQUINÉ (RS)


No mês de agosto desse ano o município de Maquiné realizará no distrito de Barra do Ouro a VIII Festa da Polenta e do Vinho. Nesse evento a cultura italiana, que é evidente no município, é destacada na maioria das atrações que farão parte da festa.





quarta-feira, 20 de junho de 2012


Religião

 Segundo o site Inema religião dos Italianos destacava-se pelas coisas exteriores como: velas, fogos, cantos, cerimônias, imagens de santos e estatuas, muitas delas tidas como milagrosas. Dessa forma os imigrantes italianos procuravam se agrupar nas práticas religiosas, erguendo capelas, onde se encontravam para rezar, conviver, celebrar e esquecer da saudade da pátria longínqua. Outra característica religiosa e a celebração de Corpus Christi e Romaria ao Frei Salvador, trilhos e tapetes confeccionados em serragem colorida pelas comunidades. Também os imigrantes tinham a tradição de benzer as casas, ato que ainda hoje ainda é praticado por algumas pessoas.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Itália: que país é este?


Osso Buco ao molho cítrico

Osso-Buco-ao-molho-cítrico-1
Tradicionalmente, o Osso Buco é feito com tomates. Mas esta receita de Osso Buco ao molho cítrico é feita de modo diferente.
A receita original de Osso Buco foi feita pela primeira vez na cidade de Milão, em Itália. Trata-se de um prato de vitela assada, que por tradição, é servido com risoto de açafrão e polvilhado com gremolata (gremolata é uma mistura de casca de limão, salsa e alho). Mas esta poderá ser servida com arroz branco, ou com legumes cozidos.
O segredo do sabor deste prato é o processo de cozimento, lento e demorado, mas que produz um resultado fabuloso.
Ingredientes:
4 colheres de sopa de azeite de oliva
1 colher de sopa de manteiga
1 cebola grande picada bem fininha
1 cenoura grande, picadinha
1 talo de aipo grande, picadinho
1 folha de louro
12 pedaços pedaços de pernil de vitela, cerca de 1,8 - 2 kg (cada pedaço deverá ter cerca de 3 centímetros de espessura)
Farinha de trigo, para o revestimento, que deve estar temperada com sal, e também com pimenta do reino se preferir
250 ml (1 copo) de vinho branco
60 ml (1/4 xícara) de suco de limão acabado de espremer
Uma tira grande de casca de limão, com a parte branca totalmente removida
500 ml (2 xícaras) de caldo de vitela ou frango
1 raminho de tomilho com folhas grandes, picadinho
1/4 colher de chá de raspas de noz moscada
Modo de preparo:
Separe uma panela grande com tampa. Nela, aqueça metade da manteiga e do azeite, em fogo médio. Em seguida coloque o aipo, a folha de louro e a cebola. Mexendo sempre, cozinhe por 20 minutos, ou até que estejam dourados. Retire da panela, e reserve.
Passe os pedaços de vitela na farinha de trigo temperada, como se fosse empanar, mas levemente.
Coloque o restante do azeite e da manteiga na panela e frite a vitela. De preferência, frite de quatro em quatro para dinamizar o processo de fritura, e se for necessário, coloque um pouco mais de azeite. Quando prontos, reserve-os.
Aos legumes que estão reservados, adicione o suco de limão, o copo de vinho, a noz moscada, o tomilho e o caldo de vitela, ou de frango. Mescle tudo com uma colher de madeira.
Coloque os pedaços de vitela na panela, e envolva-os nesta mistura. Reduza o fogo para o mínimo, e deixe ferver por uma hora e vinte minutos, com a panela tampada.
Destampe, e deixe cozinhar, ainda em fogo baixo, por mais 45 minutos, ou até que a carne esteja bem macia, mas ainda não esteja a soltar-se do osso.
Retire a lasca de casca de limão, e com delicadeza, tire a carne e transfira para um recipiente onde possa cobri-la, de forma a mantê-la quente.
Deixe que o molho continue cozinhando, em fogo alto, até engrossar. Recoloque a carne na panela, e cubra os pedaços com o molho, e se preferir adicione sal para que fique temperado à gosto. Depois disso, é só servir.

Sugestões de atividades

A professora de 2ª série Maria Inês de Souza Filardi Ribeiro e sua turma estudaram diversos aspectos da Itália - localização, bandeira, idioma, moeda, culinária, pontos turísticos, indústria automotiva, arquitetura e artistas - durante três meses. Nas aulas de Música, as crianças estudaram a origem e as características da canção folclórica italiana. Elas apreciaram o estilo, aprenderam duas canções e fizeram um arranjo para uma delas. Bem ensaiadas, se apresentaram para os colegas em uma grande festa sobre as nações. C.M.

Sequência de atividades 

1. MÚSICAS DO MUNDO

Canções de diferentes épocas e culturas são produtos artísticos que merecem ser estudados. Os alunos de Maria Inês têm familiaridade com as brincadeiras cantadas e não estranharam quando ela levou para a sala de aula as partituras de Mio Galletto e La Bella Polenta, canções folclóricas italianas. A intenção da professora era fazer com que eles tivessem contato com registros musicais. Ela cantou para a garotada, que logo percebeu que se tratava de músicas em outro idioma, mas bem parecidas com as que animam suas atividades de lazer.

2. HORA DA CANTORIA

Em Música, todos devem participar como ouvintes, intérpretes, compositores e improvisadores. Depois de escutar as canções, a turma aprendeu a cantálas e recebeu as traduções para que todos soubessem do que elas tratavam (leia abaixo). Ao ler a letra de Mio Galleto em português, a garotada lembrou de uma música brasileira que tratava do mesmo animal. Já Polenta fala do milho, do plantio à transformação no saboroso prato. Maria Inês sugeriu que as crianças compusessem um arranjo para uma delas. E elas elegeram a primeira.

3. UM TOQUE BRASILEIRO

Experimentar, selecionar e utilizar instrumentos em arranjos musicais foi a preocupação de Maria Inês na última etapa. Entre as opções, xilofones, maracas, pandeiros, clavas, castanholas, blocos de madeira, tambores, guizos e chocalhos. As crianças faziam testes para saber qual o melhor para cada momento. A professora pedia que todos observassem se, ao ser tocado, um instrumento não interferia no som do outro. Definido o arranjo, o grupo ensaiou e se apresentou na festa de encerramento do semestre.  


Letra da música  
   MIO GALLETTO
  MEU GALINHO
Ho perdutto il mio galletto
Ho perdutto e lo trovatto
Ho trovatto o poveretto
Che faceva chi chi ri chi
Eu perdi o meu galinho
Eu perdi e encontrei
Encontrei o pobrezinho
Que fazia qui-qui-ri-qui
Educação do imigrante italiano


Conforme dados do site Imigrantes, História da Imigração no Brasil, é necessário distinguir educação de ensino. O ensino abrangia conhecimentos ministrados pelo  professor . A educação consistia em seguir determinados comportamentos e evitar outros. Portanto devia-se ensinar as  crianças a obedecer, a trabalhar e a ser leal desde pequena. Os comportamentos a serem reprimidos envolviam geralmente o castigo físico
As escolas eram chamadas de escolas italianas porque o ensino era feito na língua italiana, porém há dúvidas se a língua utilizada era o italiano Standard ou o dialeto de origem. A língua não era totalmente dialetal, nem totalmente normatizada. O professor era o colono mais instruído do grupo e lecionava em casa.
Por causa do isolamento e da precariedade da vida aqui na colônia houve um empobrecimento e depauperamento cultural  e educacional para imigrante italiano.

Referência:

IMIGRANTES, História da Imigração no Brasil .Disponível em:www.mundosites.net/história do brasil/imigração.htm. Acesso em 10 de junho de 2012.
Arquitetura Italiana no Rio Grande do Sul.



Segundo o sait da  Wikipédia  boa parte das edificações italainas do período colonial desapareceu sob a onda de progresso  da segunda metade do século XX em diante. Atualmente esta herança cultural começa a emergir entre os descendentes dos imigrandes e nas instâncias oficiais, que começam aos poucos a desenvolver vários planos de recuperação e preservação dos exemplares ainda existentes.
  De acordo com Posenato (apud, wikipédia) ocorreu durante os anos um  processo de evolução dessa arquitetura,  que se identificam em diversas fases:
A primeira  fase esta marcada pelo caráter temporário das edificações, pois o  primeiro plano dos imigrantes era a sobrevivencia, sendo assim a arquitetura recebia uma atenção pequena. no primeiro momento as instalações eram feitos provisóriamente de troncos, tendas de pano ou chopanas. Após seu estabelecimento no lugar, as habitações eram constridas com paredes de pedras bruta ou madeira rachada rusticamente.
Na segunda etapicações começavam a se tornar permanentes, pois asfamilias já conseguiam ter um susiciente. O tamanho das casa aumentou, mas não havia vidros para as janelas e a maioria dos materiais eram feitos de modo artezanal.t
A terceira fase nasceu do florescimento econômico da região,  quando as propriedades já proporcionavam um nível de vida bastante confortável para seus habitantes, que passam a empregar a arquitetura como meio de afirmação identitária e cultural. Multiplicam-se os pavimentos das casas, chegando a até quatro níveis, introduzem-se alguns materiais industrializados como vidro e telhas de ferro galvanizado ou barro.
Na fase final o uso de materiais industriais  predomina, ocorrendo assim uma rejeição voluntária dos padrões antigos. A fase refletiu a mudança do sistema da economia rural familiar autosuficiente para a diversificação e industrialização, ocorrendo o exôdo rural, que acabou por concentrar a população nos núcles urbanos. Por esse motivo a casa diminuiu de tamanho e deixou de ser simbólo de sucesso familiar e passou a ser um local de moradia.
As casa da zona rural portanto eram constituidas de um porão para atividades produtivas, um parte residencial e um sotão para depósito de grãos, que também servia de dormitório extra. A cozinha era idependente, unida na casa apenas por uma galeria, havia também instalações de apoio, como espaços para lavanderia, despensas, sanitário e forno.
As casas urbanas por sua vez eram reduzidas  apenas para residência, que podiam até ser bem elaboradas, mas suas estruturas secundárias eram reduzidas a um minimo, pois não havia a necessidade de estruturas produtivas de apoio. 
Assim como a residência estruturava a propriedade unifamiliar, a  igreja ou a capela estrurturava toda a comunidade de cada aréa. Era  na celebração religiosa  que os colonos tinham seu ponto de encontro comunitário mais importante. Em vista dessa importância, as capelas proliferaram a ponto de sua abundância ser condenada pelas autoridades eclesiásticas, mas continuam até nos dias de hoje desempenhando a mesma função agregadora nas zonas rurais. Os primeiros templos foram erguidos em madeira, despojados de todo adorno, salvo um arco ocasional nas aberturas e algum entalhe; mais tarde receberam maior ornamentação.
Nas sedes urbanas, porém, desde cedo surgiu o interesse pela maior ornamentação dos templos, que também tendiam a ser muito maiores.Além disso outras estéticas também regeram a construção destas igrejas, como  o neoclássico e o eclético. Componente indispensável do templo era um campanário, cuja evolução formal acompanhou a da igreja, passando da extrema singeleza de dois postes sustentando um pequeno sino, coberto por um telhado de duas águas, para uma maior complexidade e riqueza decorativa em torres imponentes de pedra ou tijolo.

REFERÊNCIA:

Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Arquitetura_colonial_italiana_no_Rio_Grande_do_Sul Acessado: 6 de junho de 2012.

Imagens e arquiteturas






Tarantella - Dança típica da região


A Tarantella é natural da região Sul da Itália. Sobre a sua origem, há muito o que dizer, talvez o seu nome se referiria as tarantulas, por serem muito comum na região, devido o ritmo da música ser acelerado e ajudar na circulação sanguínea, evitando a morte quando picado por uma tarantula. Entretanto a resposta mais plausível é Taranto, cidade da região de Puglia ao Sul da Itália.
Duas superstições sobrevivem até hoje: em uma delas, a tarantela é vista como manifestação da loucura induzida pela mordedura da aranha; a outra, pe recomendada como antídoto para os efeitos venenosos da mordedura.

quarta-feira, 13 de junho de 2012

O Sole Mio


Luciano Pavarotti foi um cantor "tenor lírico", segundo a Wikipédia, é reconhecido como o tenor que popularizou mundialmente a ópera. Nascido em 12 de outubro de 1935 em Módena e falecido com 71 anos em Módena.

sábado, 9 de junho de 2012

Andrea Bocelli - Canto Della Terra


Andrea Bocelli  é um tenor, compositor/cantor italiano e produtor musical, nascido em 22 de setembro de 1958 em Lajatico. Ganhador de cinco BRIT Awards e três Grammys.

Laura Pausini ft. James Blunt - Primavera in Anticipo (Official Music Vi...


Laura Pausini é cantora e compositora , nascida em 16 de maio de 1974 em Solarolo, Laura começou a cantar bem cedo por influência de seu pai que também é cantor, mas iniciou a sua carreira profissional em 1993 após ter vencido o Festival de San Remo.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

 A língua italiana

De acordo com Hoje em dia, quase todos os brasileiros descendentes de italianos falam o português como língua materna. Segundo a Wikipédia no final da década de 1930 e inicio da de 1940, no governo Getúlio Vargas as manifestações culturais imigrantes foram perseguidas em função do nacionalismo Brasileiro e da II Guerra Mundial. Isso contribuiu bastante para que o idioma italiano fosse pouco desenvolvido entre os descendentes de italianos, já que falar ou escrever em outro idioma que não o nacional poderia ser considerado um crime.
A partir da década de1980, em um contexto sócio-histórico bem diferente dos anos 1930, com o aparecimento dos discursos sobre a globalização econômica, as especificidades "culturais" e "regionais", como as que dizem respeito aos imigrantes, passam a adquirir lugar na mídia, a partir desse contexto então algumas cidades colonizadas por italianos passaram a inserir o ensino do italiano como língua estrangeira nas escolas.

Artesanato

De acordo com História da migração no Brasil o artesanato surgiu a partir das necessidades de uma região de difícil acesso e de um país com  poucas indústrias, por isso nos meses de inverno, quando era impossível praticar a agricultura, confeccionava-se utensílios e instrumentos necessários no dia a dia das famílias. Uma fonte de matéria-prima para o artesanato eram, as folhas de milho e as de trigo para indústria artesanal. As do milho para cigarros de palha e as folhas de trigo para chapéus, bolsas e cestas feitas pelos colonos. Porém, com o passar do tempo e o desenvolvimento do comércio, aos poucos essas atividades foram definhando, à medida que a economia dos colonos se inseria na economia do mercado, esses produtos artesanais foram sendo substituídos pelos industrializados. Os produtos artesanais que ainda persistem em nossos dias são os confeccionados com palhas de trigo, como: os chapéus, bolsas e cestas.

Referências:

IMIGRANTES, História da Imigração no Brasil – biografia. Disponível em: www.mundosites.net/história do brasil/imigração.htm. Acesso em 2 de junho de 2012.

IMIGRAÇÃO, Italiana no Brasil – Wikipédia - biografia. Disponível em: pt. Wikipédia.org/wiki/imigração_ italiana_ no _Brasil. Acesso em 2 de junho de 2012.

A cultura Italiana no Rio Grande do Sul

De acordo com o site Wikipédia, a Imigração italiana no Brasil teve como ápice o período entre 1870 e 1920, que foram impulsionadas pelas transformações sócio econômicas em curso no Norte da península italiana, essas alterações afetaram, sobretudo a propriedade da terra. Um aspecto peculiar à imigração em massa dos italianos foi a unificação da Itália. Segundo dados da Embaixada Italiana do Brasil, cerca de 25 milhões de brasileiros são descendentes de imigrantes italianos, estando espalhados principalmente pelos estados do Sul e do Sudeste do Brasil, quase metade no estado de São Paulo.
O início da imigração italiana coincidiu com o processo de abolição da escravatura e da expansão das plantações de café. Incentivados pelo governo brasileiro, panfletos e cartazes passaram a ser espalhados pela Itália, para dessa forma atrair imigrantes. a partir daí   muitos italianos passaram a comprar passagens para o Brasil, em busca de dinheiro e melhores condições de vida.
As primeiras colônias italianas nasceram nas Serras gaúchas, no Rio Grande do Sul, nas atuais cidades de Garibaldi e Bento Gonçalves. Esses imigrantes eram em sua maioria do Vêneto, Norte da Itália. Após cinco anos, o grande número de imigrantes obrigou o Governo a criar uma nova colônia italiana, Caxias do Sul. Os italianos se espalharam por várias partes do Rio Grande do Sul, e muitas outras colônias foram criadas, principalmente em serras e regiões altas, porque as terras baixas já estavam povoadas por imigrantes alemães. Nessas terras, os imigrantes italianos começaram a cultivar uvas e a produzir vinhos, que aos poucos se expandiu por toda a região, tornando- se assim a base da economia da região italiana do Rio Grande do Sul.
A imigração italiana serviu de inspiração para várias obras artísticas, televisivas e cinematográficas, como as telenovelas TERRA NOSTRA e o filme O QUADRILHO.

Costeletas à Italiana

Receita de Costeletas à Italiana

Dificuldade: Fácil
Tempo de Preparo 35 minutos

Ingredientes

4 costeletas de porco
sal
pimenta
Azeite
margarina
2dl de vinho branco
1clh sopa de farinha
3dl de leite
noz moscada
80g de queijo ralado
4 fatias de pão de centeio
1 dente de alho
salsa

Modo de Preparo

Tempere as costeletas de porco com sal e pimenta e aloure-as de ambos os lados numa frigideira com o azeite.
Junte o vinho branco e deixe ferver sobre lume esperto até o vinho reduzir para metade. Coloque as costeletas num tabuleiro untado com margarina.
Derreta um pouco de margarina, junte a farinha e deixe cozer, mexendo, cerca de 2 minutos. Regue com o leite, tempere com sal, pimenta e noz moscada e deixe engrossar. Adicione metade do queijo e deite sobre as costeletas.
Leve ao forno, previamente aquecido a 200ºC, durante 15 minutos. Polvilhe com o restante queijo, aumente a temperatura do forno e deixe gratinar.
Torre as fatias de pão de centeio, esfregue-as com o dente de alho cortado ao meio e por cima, disponha as costeletas e o molho.
Enfeite com salsa e acompanhe com salada e esparguete cozido.

Lasanha Bolonhesa

Receita de  Lasanha bolonhesa

Dificuldade: Fácil
Tempo de Preparo: 40 minutos

Ingredientes

1 c. sopa polpa de tomate
400 g carne picada
100 g margarina
100 g cogumelos frescos
1 cebola
1 dente de alho
1 cenoura
100 g bacon
70 g margarina
12 folha(s) de lasanha
2 dl caldo de cubo de carne
1 dl vinho branco
1 dl natas
45 g farinha
sal, pimenta, salsa e queijo ralado q.b.
7 dl leite

Modo de Preparo

Pique finamente os cogumelos frescos, a cebola, o dente de alho, a cenoura e o bacon. Aloure tudo em 50 g de margarina durante cerca de 10 minutos. Junte a carne picada e deixe alourar.

Adicione a salsa picada, a polpa de tomate, o vinho branco e o caldo de carne. Deixe cozer em lume brando cerca de 15 minutos. Junte as natas e mexa. Tempere com sal e pimenta e deixe cozer suavemente mais 10 minutos. Enquanto isso, coza as folhas de lasanha, 4 de cada vez, em abuntante água temperada com um pouco de sal. Depois de cozidas, escorra-as em cima de um pano de cozinha húmido.

Molho béchamel:
Derreta a restante margarina, polvilhe com a farinha, mexa e regue com o leite. Deixe cozer suavemente e retire do lume 5 minutos após ferver. Tempere com sal e pimenta.

Lasanha:

Coloque num tabuleiro untado com margarina, 2 ou 3 folhas de lasanha, lado a lado. Regue, primeiro com o molho béchamel e, depois com o molho de carne. Polvilhe com 1 colher de sopa de queijo ralado. Repita as operações até esgotar o molho de carne e termine com uma camada de lasanha regada com molho béchamel. Polvilhe com o queijo ralado e a margarina em nozinhas. Leve a gratinar em forno moderadamente quente (200ºC) durante cerca de 45 minutos.

Receita de Espaguete à Carbonara

Receita de Espaguete à Carbonara
Dificuldade: Fácil
Tempo de preparo 20 minutos

Ingredientes

500 gramas de espaguete
1 colher de azeite de oliva
8 fatias de bacon cortadas em cubos
1 cebola picada
1 dente de alho picado
¼ xícara de vinho branco
4 ovos
½ xícara de queijo parmesão ralado
Sal e pimenta
2 colheres de salsinha fresca picada
2 colheres de queijo parmesão ralado

Modo de Preparo

Numa tigela pequena combine os ovos, o queijo parmesão, o sal e a pimenta. Misture bem e deixe de lado. Cozinhe os espaguetes segundo as instruções do pacote.

Numa frigideira cozinhe o bacon até que fique levemente crocante. Retire da frigideira e coloque num prato com guardanapos de papel. Deixe mais ou menos 2 colheres de gordura do bacon na frigideira e adicione 1 colher de azeite de oliva. Coloque a cebola picada e refogue até que fique bem suave. Adicione o alho e cozinhe durante 1 minuto. Adicione o vinho e cozinhe por outro minuto.

Quando o espaguete estiver pronto, escoe a água e coloque-o numa travessa para servir. Enquanto ainda estão quentes, coloque a mistura de ovo e parmesão sobre os espaguetes. Depois adicione a cebola e misture bem. Agora coloque o bacon e misture novamente. Polvilhe com a salsinha e o queijo parmesão para servir.